Mudanças à vista na Lei das Cadeirinhas
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) mudará dois itens na nova regra para o transporte de crianças nos automóveis, que começou a ser fiscalizada ontem. As alterações, que devem ser feitas nos próximos dias, preveem exceções para o uso da cadeirinha e do assento de elevação em veículos mais velhos.
Uma das modificações é permitir que os pais coloquem as cadeirinhas no banco da frente dos carros fabricados antes de 1998. Isso porque a maior parte desses veículos só tem cinto de segurança traseiro de dois pontos (subabdominal). Ainda não há no mercado brasileiro cadeirinhas certificadas para esse modelo de cinto de segurança.
“Não foi um descuido nosso. Na época em que a resolução foi elaborada, havia cadeirinhas para o cinto de segurança de dois pontos, mas a empresa deixou de fabricar”, diz o diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e presidente do Contran, Alfredo Peres da Silva.
A resolução da Contran já prevê a possibilidade de cadeirinhas nos bancos da frente quando esses forem os únicos do veículo, desde que o sistema de airbag seja desligado.
A outra modificação é permitir que as crianças de quatro a sete anos e meio não precisem usar o assento de elevação em carros com apenas cintos de dois pontos. O motivo é que a criança perde parte do contato com o banco e acaba ficando com o tronco totalmente livre, podendo ser projetada para frente em caso de acidente.
Enquanto as modificações não são feitas, os veículos flagrados pela fiscalização sem os equipamentos poderão ser multados.
Fonte: Zero Hora
O casamento é mesmo ruim?
Olá amigos!
Não sou casado, mas sou a favor do casamento. E quando digo casamento, não me refiro apenas a morar junto, me refiro àquela relação que além de morar juntos, os dois passam pela cerimônia, onde se comprometem em público ser fiel para toda a vida.
Hoje o casamento se tornou motivo de piada. Mas daí me pergunto: O problema é mesmo o casamento, ou a nossa atitude em relação a ele? Eu acredito que se for levado a sério, da devida maneira, um casamento nunca precisará ser desfeito. Qual a sua opinião a respeito?
Segue abaixo um texto que recebi hoje por e-mail, que me fez refletir bastante..
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Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer.” Ela se sentou e jantou sem falar uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?”
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou: “Você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais, e sim à Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Sentindo-me muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás no que disse, pois amava Jane profundamente. Finalmente, ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada à mesa, escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos, e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu, então, percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a ideia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio”, disse Jane, em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo: “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho: “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio.” Eu balancei a cabeça, mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção nessa mulher. Ela certamente havia envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar nesse estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Essa mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada à Jane, mas ficava cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. “Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício”, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse: “Todos os meus vestidos estão grandes para mim.” Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso. Ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração… Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto nesse momento e disse: “Pai, está na hora de você carregar a mamãe.” Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de ideia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já havia ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo.”
Eu não consegui dirigir para o trabalho. Fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de ideia. Subi as escadas e bati na porta do quarto. Jane abriu a porta e eu disse a ela: “Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar.”
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa: “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti “Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa, no dia do nosso casamento, para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe.”
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando havia vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio, e prolongou a nossa vida juntos, proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício à felicidade, mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa; faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer. Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir!
Homens modestos e mulheres dominadoras não agradam na entrevista de emprego
Era dos machões
Já se vão mais de 30 anos desde que a banda Village People fez sucesso cantando “Macho Man”.
Mas será que aquela mensagem, tão cantada na Era Disco, continua válida para o homem do século 21? Será que ele ainda tem que ser um homem macho? Haveria penalidades por não ser macho o suficiente?
Para descobrir, Corinne Moss-Racusin e seus colegas, todos psicólogos da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, decidiram estudar as consequências para os homens (e para as mulheres) quando eles atuam de forma modesta nas entrevistas de emprego.
Segundo Moss-Racusin, os candidatos nas entrevistas encenadas foram julgados igualmente competentes, mas os homens “modestos” agradaram menos, um sinal de retrocesso social.
Modéstia masculina
A modéstia foi vista como um sinal de fraqueza, uma característica pessoal de baixo nível para homens, que os fez serem considerados de status inferior – algo que afetou negativamente sua imagem sobretudo quando as entrevistadoras eram mulheres.
A modéstia das mulheres, no entanto, não foi vista negativamente pelos entrevistadores e nem foi associada com qualquer nível de status.
“Para homens e para mulheres, há coisas que eles devem ser e há coisa que eles não devem ser,” diz a psicóloga. “As mulheres devem ser sociáveis e orientadas para o outro, mas não devem ser dominantes. Historicamente e em várias culturas, os homens têm sido estereotipados como mais ativos, ou seja, mais independentes e autocentrados do que as mulheres.”
No estudo, 132 mulheres e 100 homens – todos estudantes voluntários – viram entrevistas de emprego gravadas em vídeo, feitas com homens e com mulheres. Todos os candidatos eram atores ensaiados e pagos para atuar de maneira similar, dando respostas catalogadas ou não como “modestas”, para vagas que aceitavam homens e mulheres, mas que exigiam fortes habilidades técnicas e habilidades sociais.
Os investigadores procuraram determinar qual estereótipo de gênero traria prejuízo para homens e para mulheres.
Estereótipos dos sexos
“As mulheres podem ser fracas, enquanto esta característica é fortemente proibida para os homens,” conta Moss-Racusin.
“Por outro lado, um comportamento dominante é reservado para os homens e proibido para as mulheres. Assim, os estereótipos de gênero são compostos por conjuntos de regras e expectativas quanto ao comportamento de ambos os sexos consistindo em ‘deve’ e ‘não deve’ para cada sexo,” explica ela.
A previsão dos pesquisadores de que os candidatos modestos do sexo masculino teriam de enfrentar a discriminação na contratação, contudo, não foi apoiada pelos experimentos: eles agradaram menos, mas acabaram contratados.
Os pesquisadores especulam que isto pode se dar porque o status dos homens é maior do que o das mulheres. Assim, os homens “mais mansos” ganham com o benefício da dúvida e são menos propensos a enfrentar a discriminação na contratação do que as mulheres dominadoras, estas sim, fortemente discriminadas.
Fonte: Diário da Saúde
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