Motivos para fugir dos carros 1.0

Posted on 12/08/2012 by Luciano Lessa 8 Comments

Motivo 1: Motor fraco demais

Não há quem discorde que carros com motor “mil” são muito fracos. E é realmente uma cilindrada muito baixa para equipar automóveis, a menos que fossem muito leves, que pesassem no máximo uns 500kg, para ter uma boa relação peso/potência, mas esse peso só seria possível para veículos que levassem no máximo duas pessoas. Quem dirige ou já dirigiu carro com motor fraquinho sabe das limitações impostas – dificuldade extrema em subidas, sofrimento do motor ao usar o ar-condicionado, câmbio curto demais – provocando muitas trocas de marchas, e por aí vai. Já vi muita gente trocar seu carro semi-novo de maior cilindrada por um “milzinho” novo, acreditando no papo do vendedor de que “agora estão mais potentes e econômicos”, e se arrepender.


Motivo 2: Somos vítimas de uma ação de marketing bem planejada

Para quem é mais novo que eu, ou não é tão ligado em automóveis, creio que vale lembrar que os carros de cilindrada baixa não vieram necessariamente para ser econômicos e baratos, mas sim por uma questão de marketing, mais especificamente da Fiat, lá em 1990. Até então, os carros mais baratos, tidos como “populares”, tinham em geral motor de cilidrada 1.6 – caso do Gol, Chevette, Escort -, exceção feita à Fiat, que mantinha opções de cilindrada menor, mas ainda assim, no mínimo 1.3 (ou 1300, como preferir chamar).

A Fiat era o único fabricante que tinha um carro com características que permitiam o uso de um motor mais fraco sem tanta perda de desempenho (o Uno), além de já ter “na manga” um projeto de motor com cilindrada ligeiramente maior que 1.0, que era o motor 1050 que equipava o antigo Fiat 147. Vendo que poderia largar na frente dos concorrentes ao lançar uma versão do Uno com motor 1.000 (o famoso Uno Mille), esta então convenceu o governo a abrir uma exceção e baixar impostos para carros de cilindrada 1.0 ou menor. Assim sendo, ajustou o projeto do motor 1050 para 1000, lançou o Uno Mille, que se aproveitava desta facilidade, e vendeu “sei-lá-quantas” unidades, pois era muito mais barato que os outros populares da época, apesar do motor fraco, mas que não parecia tão fraco assim, afinal o Uno sempre foi um carro leve.

Motivo 3: Nunca deram certo de verdade

Os outros fabricantes tiveram então de correr e preparar seus carros também com a nova (ridiculamente baixa) cilindrada, para tirar proveito da facilidade oferecida na época pelo governo, e correr atrás do espaço perdido para a Fiat. Daí então surgiram o Gol 1000, Chevette Junior e Escort Hobby – todos eles com motor mil, mas com estrutura feita para 1.6, o que fazia deles verdadeiras aberrações. Eu tive um Gol 1000 1993, era fraco e lento feito lesma, além de beberrão. Meus amigos o apelidaram de Gol Dojão (bebia feito um Dodge Dart, e andava pouca coisa mais rapído que um ciclomotor).

Desde então, os “milzinhos” fazem parte das opções oferecidas, e depois dos exemplos já citados, outras aberrações vieram para tentar tirar proveito da diferença de imposto: Parati e Gol 1.0 Turbo, o pesadão Ecosport 1.0 Supercharger, e mais diversos outros modelos com artifícios diversos na tentativa de dar um pouco mais de potência e torque, mas mantendo a baixa cilindrada. Todos eles beberrões, e nenhum deles durou muito. A maior parte dos motores 1.0 com 4 válvulas por cilindro (os famosos 16V) foram descontinuados, por diversas questões, e os fabricantes decidiram partir para o (duvidoso) aumento na taxa de compressão (VHC, VHT, etc.) na tentativa de suprir a extrema falta de potência e de torque desses motores. Sim, aumento duvidoso, pois somente os motores de cilindrada baixa tiveram esse aumento por tempos. Somente nos últimos anos motores com cilindradas maiores estão tendo também a compressão aumentada.

Motivo 4: Suposta economia que na prática não ocorre

Você tem um carro “mil”? Cá pra nós, me responda uma pergunta com sinceridade: Ele é mesmo econômico como te disseram antes de comprá-lo? Os meus (e de muita gente) nunca foram. Depois do Gol “Dojão”, que fazia uns 8km/l depois de muita luta, tive um Celta VHC 2003 (aquele de alta compressão, mega-potente, segundo o fabricante e seus vendedores), que era menos pior, mas nunca fez mais de 11,5 km/l na cidade, na melhor das médias, e sem ar condicionado ligado. A melhor média que consegui na estrada foi 18,5 km/l, mas foi em um momento em que não saí da faixa de 70/80 km/h durante toda a viagem, e sem usar o ar condicionado. Hoje tenho um Celta com motor 1.4 (sim, Celta 1.4 existe, foi vendido qui no Brasil entre 2004 e 2006, e hoje o 1.4 só pra exportação, para a Argentina). E este chega a ser mais econômico que o “milzinho” VHC.

Se andar somente no trânsito caótico e trancado de Novo Hamburgo/RS, este Celta 1.4 faz no mínimo uns 10 km/l, e mais ou menos 16,5 na estrada, em média, sem precisar ficar preso aos 80 km/h, anando a 110 km/h na BR 290, por exemplo. Se eu conseguir andar a 80 km/h na BR 290 (ou outra estrada), é possível que faça ainda mais do que os 18,5 km/h do “milzinho” VHC. A média ponderada fica em uns 13 a 14 km/l. E olha que o 1.4 não tem compressão alta. Ah, mais um detalhe: Em trechos de serra, com subidas fortes, nunca consegui fazer mais do que uns 13 com o “mil” VHC. Porquê? Porque é fraquíssimo, preciso estar sempre baixando marchas e pisando fundo, e ainda tendo de abrir mão do ar condicionado, para que o carrinho se mexa. Sem contar que demoro a chegar no destino, e torro minha paciência. Com o 1.4, eu subo junto com os Vectras, Astras, Golfs e outros carros maiores, e sem precisar pisar fundo. Aliás, no 1.4 eu só preciso pisar quando vou ultrapassar, ou arrancar subida acima com o carro cheio e com o ar condicionado ligado – e ainda assim, pisar pouco – não é necessário afundar o pé em situação alguma.

Motivo 5: A cilindrada fica abaixo do “Ponto de equilíbrio”

Não sei se é por este termo que os engenheiros se referem a estas medidas, mas, assim como máquinas de lavar roupas, que tem diferentes motores, com diferentes forças para diferentes cargas, da mesma maneira o motor de um carro deve ser condizente com a carga que irá carregar. E no caso dos motores de cilindrada igual ou inferior a 1000 centímetros cúbicos, por mais que tenham evoluído e aumentado o torque e a potência, estão muito abaixo do que deveriam para o uso que é feito dos carros que eles equipam.

Você sabe o que significa a quantidade de CVs que está informada nada documentação do seu carro? Sim, é a potência. Mas, você sabe que além da potência, o motor possui outra propriedade importante, que é o torque? A grosso modo, a potência define mais a velocidade que o carro poderá atingir, enquanto o torque define mais o peso que o motor, juntamente com o câmbio, pode mover. Explico: Os motores “Mil” da primeira geração (Uno Mille, Gol 1000, Chevette Junior, Escort Hobby) geravam em torno de 49 CV de potência, e uns 7 a 7,5 mkgf (metro-quilograma-força) de torque máximo, enquanto os irmãos 1.6 geravam em torno de 75 CV de potência e 12 mkgf de torque.

Vamos a um exemplo: Se dividirmos o peso do Chevette Júnior (940 kg) pela sua potência (50 cv), teremos 18,8 kg para cada CV, e se divirmos o torque de 7,2 kgfm pelo peso, teremos 130 kg para cada mkfg, medidas absurdamente baixas, e olha que estamos falando do carro vazio… Se fizermos o cálculo pelos números do motor 1.6, teremos 12,87 kg para cada CV, e 78 kg para cada kgfm. Diferença colossal, e olha que o Chevette 1.6 era tido, na sua época, como um carro “meia-boca” em termos de desempenho.

Qualquer carro com relação peso/potência maior que cerca de 11 kg/cv e peso/torque maior que uns 85 kg/mkgf ficará em um nível muito baixo, que obrigará o motorista a pisar mais do que seria necessário, fazendo com que mais gasolina (ou outro combustível) seja puxado do tanque, mesmo com o carro vazio e em regiões com pouca ou nenhuma subida. Isso explica a economia do Celta 1.4 em relação ao “Mil”, por exemplo. Lembre que o carro mais econômico fabricado hoje no Brasil (Agosto de 2012) tem cilindrada 1.4.

Motivo 6: Vantagens que somente uma maior cilindrada pode oferecer

Você talvez dirá que não faz questão de que o carro seja rápido, que se contenta com um carro lento. Ok, tudo bem, mas lembre que o carro com maior cilindrada vai lhe render ainda outros benefícios, a seguir:

- Menos trocas de marchas: O maior torque providenciado pelo motor de maior cilindrada vai permitir que o câmbio seja mais “longo”, ou seja, você não terá de trocar as marchas tão frequentemente. No caso do Celta “mil”, a 40km/h já tenho de estar na terceira marcha, enquanto no 1.4 eu recém engatei a segunda. Nos trechos urbanos, dificilmente chego a engatar a quinta marcha. Situação semelhante ocorre nas subidas. Enquanto no “mil” eu preciso reduzir marchas e muitas vezes pisar muito fundo, ‘esguelando” o motorzinho, no 1.4 poucas vezes tenho de reduzir, e quando necessário reduzo uma marcha, enquanto no mil teria de reduzir duas, desligar o ar condicionado e ter de ficar sempre à direita, dando lado pra todos os outros;

- Menor nível de ruído: Visto que o motor tem maior torque, e por consequência um cambio mais longo, logo o motor trabalha sempre em rotações mais baixas, o que melhora o nível de ruído. A impressão que se tem ao andar em um carro pequeno com motor 1.4/1.6 é parecida com andar em um carro maior, com motor 1.8/2.0;

- Ar condicionado o tempo todo: Tem coisa mais chata que comprar um carro com ar condicionado, mas que ficar desligando frequentemente para compensar a falta de potência? Tente arrancar o “Milzinho” numa subida, com o ar ligado e o carro carregado. Garanto que você vai me entender;

- Durabilidade: Motor menos exigido dura mais, consome menos combustível e paciência;

- Desempenho surpreendente: Um carro de passeio não é feito para ser usado em corridas, muito menos em via pública. Mas é fato que quem anda com um “milzinho” tem de se munir de paciência, pois é complicado ultrapassar, principalmente em subidas, tem de ficar sempre andando à direita, evitar trocar de pista, esperar uma boa brecha no trânsito para atravessar uma via, etc, e estas limitações são no mínimo reduzidas em um carro de cilindrada um pouco maior. Lembre-se que para ter mais desempenho não é necessário ter um carro de cilindrada muito alta, mas um carro com boas relações de peso/potência e peso/torque. Se você calcular estas relações de um Astra 1.8 ou mesmo um Vectra 2.0 e depois comparar com as relações de um Celta ou Corsa 1.4, se surprenderá ao ver que os carros menores terão melhores relações que o carro maior com maior cilindrada, com economia igual ou até superior ao “milzinho”;

Motivo 7: Preço

Carro de maior cilindrada é mais caro? Pouca coisa. Já faz anos que o incentivo em impostos para os “milzinhos” deixou de existir. Hoje um carro de maior cilindrada custa muito pouco a mais, e lhe dará muito mais satisfação, e possivelmente mais economia, dependendo dos seus trajetos, carga, e da forma como dirige.

Veículos 1.4

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8 comments

  • rodrigo gotltieb disse:

    Ótimo texto!
    Tô sofrendo nas mãos do meu “milzinho”!!!
    Tirei muitas dúvida aqui.
    Flw

    • Adriano Rocha disse:

      é simples saber por que o governo resolveu acolher o carro 1.0, para enganar o povo como sempre, ele tira do Seguro Obrig e Ipva, mas ganha no combustível, eu tenho um uninho xodô 95, anda bem até com um bom peso, mas como comentado, ele é leve, este tempos estava com fiesta sedan 1.0, o carro não existe bebia mais que seu gol dorjão, pode acreditar, se liga-se o ar , jesus, até uma biz em dois me passava uma bomba! acho que ainda mil o uno tem uma certa característica o fator peso, somente! mas carro mil é enganação do povo brasileiro isso é claro

  • RECF disse:

    Concordo com cada vírgula que você escreveu. Concordo com TUDO, absolutamente TUDO. Você “adivinhou” TUDO que eu penso.

    Vou relatar minha experiência hoje com um Celta 1.0 (motivo de eu ter procurado alguma matéria sobre esse tipo de carro)…

    Aqui em casa temos um Polo Sedan 1.6, que pertence ao meu pai, mas que eu também uso. Acostumado a andar só no Polo, hoje precisei andar em um Celta 1.0 com ar ligado… e tive que andar bastante, pois fiz percursos bem longos dentro da cidade, subindo e descendo ladeiras e viadutos… só digo uma coisa: foi um dia de aflição!!!

    Poucas vezes precisei dirigir carro 1.0… e quando fiz isso, fiz em trechos curtos e sem o ar ligado…

    O Celta que dirigi é novinho, “completinho”, 2013, recém-comprado… mas a dona não tem habilitação e hoje eu fui o motorista… andei com mais 4 pessoas e com o ar ligado (lembrando que entre as 5 não havia obesos), ou seja, pra um carro desses, isso é quase o limite de resistência. Foi simplesmente horrível! Por estar acostumado com o Polo, que tem a dupla ‘motor + caixa’ de marchas muito bons, sofri DEMAIS nesse Celta. Logo que comecei a dirigi-lo, parecia que eu havia acabado de tirar a habilitação ou que eu tinha desaprendido a dirigir… me atrapalhei todo! Eu pisava e o carro não andava, além de ter um pouquinho dificuldade de passar as marchas logo que peguei nele (que no polo entram com muita facilidade e precisão). Tinha hora que eu passava a segunda e o carro saía tão sem força que eu tinha a impressão que tinha passado a 4ª por engano. rsrsrs…

    Sem falar no medo e nos momentos de desespero! rsrsrs… Teve um momento que peguei uma subida bem acentuada com o carro em 2ª marcha (o Polo sobe sem grandes dificuldades com ar ligado)… o Celtinha simplesmente “ameaçou” descer de ré no meio da subida (que realmente era acentuada) se eu não passasse a 1ª, mesmo pisando fundo… tive que passar a 1ª do desespero pra conseguir subir, mesmo assim com motor quase se esfolando de tanto esforço (cometi a “loucura” de não desligar o ar antes)… enfim, foi tenso dirigir esse carro, mas tudo isso agravado pela minha total falta de costume com carro 1.0 com ar ligado e cheio de gente.

    Ainda tive que aturar meu pai todo cheio de razão dizendo que eu que não sei dirigir o carro, que não tem nada de ruim no carro, que tudo é bom, mas que eu deveria desligar o ar em alguns momentos e não fiz isso e blá blá blá… Ora, como que um carro que nos “obriga” a desligar o ar pra subir uma ladeira não tem nada ruim???

    Nunca gostei de carro 1.0 e hoje saí com mais raiva ainda. Acho que um carro que não sobe uma ladeira íngreme com ar ligado nem deveria ser vendido, até por uma questão de segurança.

    Pra não dizer que tudo no carro é ruim, pontos positivos: ar condicionado (achei bem potente pra um carro tão fraco), direção (boa de guiar, pois era hidráulica), giro (gostei também), a suspensão também me surpreendeu.

    O conjunto motor + caixa de marchas… não gostei!

    Enfim, se você pensa em pagar 30 mil em um 1.0 zero km, pegue esse valor e compre um bom seminovo com motor 1.4 ou 1.6, vale muito mais a pena, pois você pode pagar até mais barato em um carro muito melhor! Acho que brasileiro precisa deixar essa ânsia de querer só carro zero a todo custo, pois é aí que as concessionárias empurram 1.0 nos consumidores, que em grande parte das vezes vão comprar o carro mais básico, sendo muitas vezes o primeiro carro, mas pra eles o que importa é que é zero, querem nem saber se o motor presta.

    Quero deixar claro que não tenho nada contra a GM, relatei a experiência com o Celta por ter andado nele durante 1 só dia, isso enfrentando várias adversidades de uma capital… Meu pai passou 1 semana em um Novo Uno 1.0 cedido pela seguradora e vivia reclamando também. Enfim, É MAL DE QUASE TODOS OS CARROS 1.0!

  • Coronel disse:

    Concordo com tudo que foi dito no texto, tenho um gol g4 1.0 2010/2011, e é realmente um crime que um veiculo como este seja oferecido ao público. O motor não é economico, pelos obvios motivos tratados no seu ótimo texto, e ainda acrescento mais, não só o torque é baixo, mas só chega em quase 4.000 RPM, rotação bem alta, o condutor é obrigado a dirigir o veículo sempre com o motor girando alto, e obviamente consumindo mais combustível e aumentando o desgaste tanto mecanico quanto humano. Outros detalhes chamaram minha atenção, o carro é modelo básico, e numa semana quando eu fechava o vidro do motorista usando a tradicional manivela, quebrou o dispositivo responsavel por subir e baixar o vidro, ok , tudo bem, troquei a peça, na outra semana, quebrou a mesma peça do lado do passageiro, da mesma forma que quebrou a do motorista, na outra semana a embreagem deu seu ultimo suspiro com 35 Mil KM rodados, em fim, parece produto comprado em camelô. O carro é descartável, frágil, fraco, sem segurança e sem conforto. É ultrajante o valor cobrado por um veiculo desses, só no Brasil mesmo pra sermos submetidos a tamanho roubo. Parabéns pelo artigo!

  • janete disse:

    NOSSAAAAAAAAAA, foi TUDO de bom esse texto, pra eu que vou comprar meu primeiro carrinho usado, achei MARAVILHOSO esse texto, pois aprendi qual a diferença do 1.0 com os demais, ia comprar um 1.0, achando que iria economizar,pois é o que as pessoas dizem, e diga se de passagem, pessoas mal informadas, rsrsrsr, vale a pena gastar um tiquim a mais e comprar um carrinho 1.4 ou 1.6, sem falar que na revenda não desvaloriza tanto. AMEI, mesmo não entendendo absolutamente nada de carro, deu pra entender. obrigada

  • Adriana disse:

    Bom texto! Para quem não tem experiência em carros, ajudou muito. Eu comprei um 1.4 pensando que tinha feito besteira, porque 1.0 é econômico em cidade blá, blá, blá… Mas aí, vi que não é assim. Só tenho dúvidas a respeito de como dirigir 1.4 (Palio Atractive) dando marchas 2,3 e 4. No meu antigo Palio 1.0 eu passava marchas assim e era super econômico: 3º aos 30km/h, 4° aos 45km/h e 5º mais de 70km/h. Agora com 1.4 eu não sei a maneira correta de dirigir sem gastar muita gasolina. Tem como você fazer um texto a respeito dos intervalos de marchas no 1.4? Ou me responder por e–mail. Abraços

  • luciano disse:

    esses carros mil sao uuns lixo

  • Ivan R. Souza disse:

    Odeio qualquer carro 1.0…tenho um mille elx,beberrão.

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